O bairro do Rio Comprido é localizado na Zona Central do Rio de Janeiro, que integra a III Região Administrativa junto com o Catumbi, o Estácio e a Cidade Nova. Durante o século XIX, foi um dos lugares preferidos de moradia de condes, viscondes e barões, de ingleses e alemães, da classe média mais abastada.
Com o passar do tempo, vieram as transformações onde as características bucólicas mudarem rapidamente desde a inauguração do Túnel Rebouças, em 1967, quando se transformou no principal corredor de interligação entre as zonas Norte e Sul da cidade, já que houve uma grande urbanização com a construção do elevado Engenheiro Freyssinet, aberto ao tráfego em 1974 e manteve algumas transformações bucólicas.
Hoje, a realidade do Rio Comprido é outra de quem vive no bairro: as chamadas cracolândias.
A cena cotidiana é motivo de uma das maiores queixas, pois a Avenida Paulo de Frontin, Rua Santa Alexandrina, Rua Itapiru e Barão de Petrópolis, são consideras ruas de pontos de concentração para pessoas em situação de rua, tornando cenários de uso de substâncias entorpecentes.

Durante à luz do dia, consumem drogas e carregam sacolas com diversos tipos de materiais, como latas, papelão e garrafas PET, circulam em busca de material para conseguirem algum dinheiro. Moradores, comerciantes e transeuntes, garante que a situação piora após as 19h. A sensação de insegurança fica maior ao cair da noite , pois são dezenas de usuários, que muitas das vezes brigam entre eles, sem contar com a sujeira, furto em residência. Um dos roubos aconteceu recentemente no antigo prédio da empresa IMMETRO, localizado na Rua Santa Alexandrina.
As principais vias do Rio Comprido parecem ter sido esquecidas por órgãos públicos. Além de problemas como iluminação precária, calçadas com lixo acumulado e ausência de guardas municipais e PMs, a Avenida Paulo de Frontin e as ruas Aristides Lobo e Santa Alexandrina apresentam asfalto cheio de buracos e com trechos desnivelados.
Solicitamos respostas aos órgãos responsáveis de segurança públicas e a Secretaria de Asseio de Conservação, referente a reclamação de moradores e transeuntes , mas os órgãos não se manifestaram;










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